Ciência

Investigação em Toxicologia do Século XXI

 

As candidaturas para 2016 já estão encerradas.

As candidaturas para 2017 irão abrir a partir de abril.
 

A Toxicologia do Século XXI como uma nova abordagem aos testes de segurança tem entusiasmado reguladores, toxicologistas, campanhistas e empresas por todo o mundo. A sua emergência tornou-se possível devido aos inúmeros avanços nas áreas da biologia, genética, robótica e ciência computacional.

Foca-se, sobretudo, em “trilhos toxicológicos” humanos, isto é, a sequência de alterações moleculares das células do corpo humano quando expostas a um químico tóxico.

À medida que estes trilhos moleculares são descobertos para diferentes grupos de químicos e efeitos tóxicos, a ciência computacional identifica os passos necessários que podem ser utilizados na elaboração de testes de segurança sem a utilização de animais.

Vários testes serão executados recorrendo a modelos robóticos, providenciando um método de avaliação dos efeitos de determinados químicos com custo significativamente mais reduzido e providenciando soluções para um conjunto de substâncias não testadas.

Por outro lado, esta nova metodologia produz resultados de maior relevância para aplicação humana, explicando igualmente as causas implícitas e fundamentais da toxicidade de determinado produto.

Ao contrário dos métodos animais – utilizando ratos, ratazanas, coelhos, entre outros – estes novos testes constituem um contributo para a previsão da variabilidade humana providenciando efeitos diferenciais em embriões, crianças e adultos.

O reconhecimento da superioridade científica desta nova abordagem levará a que métodos obsoletos utilizando animais sejam substituídos. Para mais informações acerca Toxicologia do Século XXI, consulte:

Humane Society International (video)

National Academy of Sciences Introduction (3pp pdf)

Human Toxicology Project Document (2pp pdf)

US National Academy of Sciences (Book 196pp)

Qualquer pessoa pode nomear indivíduos, equipas de investigação e instituições cujo trabalho tenha obtido resultados relevantes na área dos trilhos de toxicidade. As candidaturas podem ser feitas igualmente em nome próprio, da equipa ou instituição para qual o indivíduo trabalha.

Pesquisas cujo trabalho seja de grande destaque no campo da toxicidade humana e sem a utilização de animais serão também consideradas. Poderá nomear um indivíduo, equipa ou instituição em baixo.